Ufes vai implantar Coleta Seletiva Solidária. Projeto-piloto começa em dezembro

A Ufes vai dar início, por meio da Prefeitura Universitária (PU), ao projeto de Coleta Seletiva Solidária (CSS), que tem o objetivo de promover a separação prévia dos resíduos sólidos, conforme sua constituição ou composição e a sua destinação para associações e cooperativas de catadores de materiais recicláveis. O projeto-piloto terá início em dezembro de 2017, na própria PU, no Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas (CCJE) e no Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), todos no campus de Goiabeiras.

Até maio de 2018, a PU espera que o projeto esteja implementado em todos os Centros de Ensino dos campi de Goiabeiras e Maruípe. No campus de Alegre, o projeto já foi iniciado e a previsão é que até julho do ano que vem a Coleta Seletiva Solidária chegue ao Centro Universitário Norte do Espírito Santo (Ceunes), em São Mateus.

As ações serão coordenadas pela Comissão para a Coleta Seletiva Solidária da Ufes, instituída pela portaria nº 1433 de 2016, e pela Coordenação de Meio Ambiente e Sustentabilidade da PU (CMAS). Segundo o presidente da comissão e coordenador da CMAS, Renato Carvalho Castro, os tratamentos diferenciados para cada tipo de resíduos possibilitarão o seu reaproveitamento (reutilização, compostagem, reciclagem) com melhor valor agregado, e a destinação correta dos rejeitos, conforme legislação vigente. “Pretendemos estabelecer as diretrizes para se eliminar, reduzir e controlar os riscos à saúde humana e para meio ambiente, associados à geração, manuseio, acondicionamento, armazenamento e destinação dos resíduos sólidos na Universidade”, afirmou Castro.

Dentro do projeto serão coletados cerca de 1500 kg/dia em resíduos sólidos, sem contar com resíduos perigosos, da construção civil e de poda e corte das áreas verdes, que também serão coletados separadamente. Oito servidores da Ufes estarão diretamente envolvidos com as atividades, com a colaboração de estudantes do Programa de Educação Tutorial (PET) do curso de Administração e da ONG Engenheiros Sem Fronteiras.

Para Renato Castro é preciso buscar a construção de uma cultura institucional para um novo modelo de gestão dos resíduos, no âmbito da administração da Ufes. “Temos que desenvolver com toda comunidade universitária, e a sociedade em geral, uma maior consciência ambiental estimulando a mudança de valores e hábitos comportamentais, além de propiciar um ambiente melhor conservado”, enfatizou.

 

Texto: Hélio Marchioni
Edição: Thereza Marinho

 

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